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Parashá

O ciclo do ano

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As 54 parashiot, livro a livro

Para a psique judaica, as narrativas da Torá não são apenas histórias sobre um passado distante. Elas constituem um campo permanente de interpretação: seus personagens, acontecimentos e imagens continuam sendo relidos à luz de novas perguntas e experiências.

Calendário

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Sincronização calendárica
Os meses hebraicos e os civis lado a lado, com as parashiot e as festas
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Ciclo da Parashá – —
as 54 parashiot · em destaque, o mês acima
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עֲמָלֵק
Amalék
Amaleque

O povo que atacou Israel no deserto, logo após a saída do Egito — e atacou por trás, onde iam as pessoas cansadas, idosas, vulneráveis. Por isso a Torá ordena, num paradoxo deliberado: "apaga a memória de Amalék... não esqueças". Amalék tornou-se o arquétipo da crueldade gratuita, e a tradição ligou a ele Haman, o "agaguita" de Purím — o Shabat anterior à festa se chama Shabat Zachor, "lembra".

A leitura liberal entende Amalék menos como um povo a combater e mais como uma postura a reconhecer e recusar: a violência dirigida justamente contra quem não pode se defender. Lembrar Amalék é manter viva a vigilância ética — inclusive sobre nós mesmos.

Trata-se tanto de um povo quanto de um personagem, o neto de Essáv que lhe dá o nome ().

Ver na Torá

Aparece em
16. Beshalách49. Ki Tetsé
Etimologia
Etimologia debatida.
Conexões
Família e relações
ElifázPai
Lugares
RefidímOnde Amalék ataca
Em diálogo com a Torá
Museus do Holocausto (Curitiba e São Paulo)A memória contra o apagamento
Leituras e festas
PurímShabat Zachor, antes de Purím: lembrar Amalék — Haman, o "agaguita"
Roteiros de estudo
Linhagem de EssávHospitalidadeLembrar para não repetir