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Saiba mais →Divisões narrativas das parashiot baseadas na obra A Torá: Um Comentário Moderno, de W. Gunther Plaut, gentilmente cedidas pela UJR-AmLat.
Para a psique judaica, as narrativas da Torá não são apenas histórias sobre um passado distante. Elas constituem um campo permanente de interpretação: seus personagens, acontecimentos e imagens continuam sendo relidos à luz de novas perguntas e experiências.
Jejum menor que recorda o início do cerco de Jerusalém por Nabucodonosor, em 588 AEC — o primeiro elo da cadeia que levaria à destruição do Primeiro Templo. Dura do amanhecer ao anoitecer, o mais curto dos jejuns por cair no inverno.
No Israel contemporâneo, a data ganhou uma camada nova: o rabinato a designou como Yom haCadísh haClalí, dia de Cadísh coletivo pelas vítimas da Shoá cuja data de morte é desconhecida. Nas comunidades liberais, mais do que o jejum em si, importa o convite à memória: as catástrofes começam por cercos — e é preciso reconhecê-los cedo.