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Parashá

O ciclo do ano

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As 54 parashiot, livro a livro

Para a psique judaica, as narrativas da Torá não são apenas histórias sobre um passado distante. Elas constituem um campo permanente de interpretação: seus personagens, acontecimentos e imagens continuam sendo relidos à luz de novas perguntas e experiências.

Calendário

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Sincronização calendárica
Os meses hebraicos e os civis lado a lado, com as parashiot e as festas
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Ciclo da Parashá – —
as 54 parashiot · em destaque, o mês acima
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עֲשָׂרָה בְּטֵבֵת
Assará beTevêt
10 de Tevet

Jejum menor que recorda o início do cerco de Jerusalém por Nabucodonosor, em 588 AEC — o primeiro elo da cadeia que levaria à destruição do Primeiro Templo. Dura do amanhecer ao anoitecer, o mais curto dos jejuns por cair no inverno.

No Israel contemporâneo, a data ganhou uma camada nova: o rabinato a designou como Yom haCadísh haClalí, dia de Cadísh coletivo pelas vítimas da Shoá cuja data de morte é desconhecida. Nas comunidades liberais, mais do que o jejum em si, importa o convite à memória: as catástrofes começam por cercos — e é preciso reconhecê-los cedo.

Aparece em
Neviím
Etimologia
Origem hebraica
: Dez. A base decimal e a ideia de uma parte entre dez.
Como em:As Dez Declarações (Mandamentos)As Dez PragasDízimos e Primícias17 de TamuzDécimo
Conexões
Raiz hebraica
ע־שׂ־ר
Calendário
Tishá beÁvO início do cerco — primeiro elo da cadeia que levou ao 9 de Av
TevetJejum — 10; no Israel contemporâneo, também Yom haCadísh haClalí