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O ciclo do ano

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As 54 parashiot, livro a livro

Para a psique judaica, as narrativas da Torá não são apenas histórias sobre um passado distante. Elas constituem um campo permanente de interpretação: seus personagens, acontecimentos e imagens continuam sendo relidos à luz de novas perguntas e experiências.

Calendário

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Sincronização calendárica
Os meses hebraicos e os civis lado a lado, com as parashiot e as festas
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Ciclo da Parashá – —
as 54 parashiot · em destaque, o mês acima
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בַּל תַּשְׁחִית
Bal Tashchít
Não destruirás

A lei nasce pequena e específica: ao sitiar uma cidade, não derrubes suas árvores frutíferas — "pois a árvore do campo é um ser humano, para fugir de ti diante do cerco?" (). A pergunta é tão estranha no hebraico que gerou séculos de discussão.

A tradição rabínica generalizou o preceito: bal tashchít proíbe toda destruição inútil — rasgar roupa por raiva, quebrar louça, desperdiçar comida, água, combustível. O raciocínio é do tipo mais simples: se nem em guerra se pode cortar uma fruteira, o resto se deduz.

É o texto que o pensamento judaico contemporâneo mais mobiliza na conversa ecológica, ao lado do midrash de Cohélet Rabá: "cuida para não destruir e arruinar o Meu mundo, pois não haverá quem o conserte depois de ti".

Ver na Torá

Aparece em
49. Ki TetséJudaísmo rabínico
Etimologia
Origem hebraica
: Destruir, corromper, arruinar.
Como em:Destruir, corromper
Conexões
Raiz hebraica
שׁ־ח־ת
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