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Parashá

O ciclo do ano

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As 54 parashiot, livro a livro

Para a psique judaica, as narrativas da Torá não são apenas histórias sobre um passado distante. Elas constituem um campo permanente de interpretação: seus personagens, acontecimentos e imagens continuam sendo relidos à luz de novas perguntas e experiências.

Calendário

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Sincronização calendárica
Os meses hebraicos e os civis lado a lado, com as parashiot e as festas
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Ciclo da Parashá – —
as 54 parashiot · em destaque, o mês acima
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בְּמִדְבָּר
Bamidbár
No deserto (Números)

O quarto livro. Censos, a marcha organizada em torno do Mishcán, e então a longa crise — os espiões, Córach, as águas de Merivá, Peor. Bamidbár é o livro da distância entre sair do Egito e estar pronto para a terra.

Quarenta anos em que a geração da escravidão dá lugar, morte a morte e nascimento a nascimento, à geração da entrada. É o mais honesto dos livros sobre a vida coletiva: murmurações, nostalgias da opressão e lideranças contestadas. E é também o livro de Bilám e das filhas de Tselofchád: no meio do deserto, bênçãos inesperadas e leis que aprendem a mudar.

Aparece em
Torá
Etimologia
Origem hebraica
: Falar, dizer; a palavra dita. As mesmas consoantes compõem midbar, o deserto.
Como em:44. DevarímDevarímCrônicasAs Dez Declarações (Mandamentos)Deserto34. BamidbárPalavra, coisa
Conexões
Raiz hebraica
ד־ב־ר
Estrutura
34. Bamidbár
35. Nassó
36. Behaalotchá
37. Shlach Lechá
38. Córach
39. Chucát
40. Balák
41. Pinchás
42. Matót
43. Massei
Torá