Um ano, muitas festas.
Filha (bat, em aramaico) do mandamento: aos doze anos, as meninas atingem a maioridade religiosa. A primeira cerimônia pública de um Bat Mitsvá foi a de Judith Kaplan, em Nova York, 1922. Daquele sábado revolucionário até hoje, o bat mitsvá tornou-se, nas comunidades liberais, idêntico ao dos meninos: aliá, leitura da Torá, haftará, drashá.
Cada bat mitsvá carrega, ainda, um eco a mais: gerações de mulheres que estudaram o mesmo texto sem poder lê-lo em voz alta. Quando uma menina canta sua haftará da bimá, ela lê também por elas.
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