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Saiba mais →Divisões narrativas das parashiot baseadas na obra A Torá: Um Comentário Moderno, de W. Gunther Plaut, gentilmente cedidas pela UJR-AmLat.
Para a psique judaica, as narrativas da Torá não são apenas histórias sobre um passado distante. Elas constituem um campo permanente de interpretação: seus personagens, acontecimentos e imagens continuam sendo relidos à luz de novas perguntas e experiências.
As vestimentas dos cohanim, descritas com minúcia em Tetsavé: linho fino, azul-celeste, púrpura e carmesim, "para honra e para esplendor". O Cohen Gadol vestia ainda o peitoral com doze pedras — uma para cada tribo, carregadas "sobre o coração" — e uma lâmina de ouro na fronte com as palavras "Consagrado a Adonai".
O simbolismo é eloquente: quem serve ao povo o carrega sobre o coração e a beleza tem lugar no serviço religioso. Em Yom Kipúr, o Cohen Gadol trocava todo o esplendor por linho branco e simples: diante do mais sagrado, a simplicidade.