Um ano, muitas festas.
A posição da bimá — a plataforma elevada de onde se lê a Torá e se conduz o serviço — conta uma história. Tradicionalmente ficava ao centro, com o povo ao redor: a Torá era então lida no meio da comunidade. Porém, foi movida para a frente pelo movimento reformista do século XIX, aproximando o modelo do palco e do púlpito. Hoje, muitas comunidades liberais a devolvem ao centro, ou dissolvem a distinção, em círculos e meias-luas.
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