Um ano, muitas festas.
O irmão calado no centro de tudo. É o caçula, único filho de Yaacóv nascido na terra de Israel. Rachél, morrendo no parto, o chama Ben-Oní, "filho da minha dor". O pai o renomeia Binyamín, "filho da direita" — mão da força, ou talvez "filho da velhice".
Não diz uma única palavra em toda a Torá, mas é em torno desse silêncio que gira a segunda metade do ciclo de Yosséf: o cálice plantado em seu saco, o discurso de Yehudá, a revelação. De sua tribo virão o rei Shaul e, na Meguilá, Mordechái. Em seu território ficaria o Templo.
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