Um ano, muitas festas.
No leito de morte, em Vayechí, Yaacóv reúne os doze filhos e dedica a cada um palavras que são parte bênção, parte profecia e parte acerto de contas. Reuvén ouve sobre sua instabilidade; Shimón e Leví, sobre sua violência; Yehudá recebe a promessa do cetro; Zvulún é ligado ao mar e ao comércio; Yissachár, comparado a um jumento forte entre as cargas; Dan julgará seu povo como serpente no caminho; Gad será atacado, mas contra-atacará; Ashér dará manjares dignos de rei; Naftalí é a corça solta que profere belas palavras; Yosséf recebe a bênção mais transbordante; e Binyamín, o lobo que reparte o despojo. Mostra um pai que vê cada filho em sua singularidade, tanto suas luzes quanto suas sombras. A cena inspirou o costume judaico de abençoar as crianças e de deixar tsavaót (testamentos éticos), transmitindo valores, não só bens.
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