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Saiba mais →Divisões narrativas das parashiot baseadas na obra A Torá: Um Comentário Moderno, de W. Gunther Plaut, gentilmente cedidas pela UJR-AmLat.
Para a psique judaica, as narrativas da Torá não são apenas histórias sobre um passado distante. Elas constituem um campo permanente de interpretação: seus personagens, acontecimentos e imagens continuam sendo relidos à luz de novas perguntas e experiências.
A mulher que provou que feminismo e ortodoxia cabem na mesma frase: Blu Greenberg fundou a JOFA (Aliança Feminista Ortodoxa Judaica) e cunhou o lema que virou ferramenta de trabalho — "onde há vontade rabínica, há caminho halachico": os impasses da lei, argumenta, raramente são falta de solução; são falta de vontade de encontrá-la. De dentro do mundo observante, empurrou o avanço do estudo de Torá para mulheres, a luta pelas agunot e, décadas depois, a ordenação de mulheres na própria ortodoxia. O judaísmo liberal a lê como aliada de outra margem: a mudança tem muitos ritmos, e todos precisam de gente corajosa.