Um ano, muitas festas.
A maior autoridade feminina de estudo em todo o Talmud. Filha de Rabi Chananiá ben Teradion (queimado pelos romanos abraçado ao rolo da Torá) e esposa de Rabi Meir, Bruriá corrige sábios em público e tem suas decisões haláchicas citadas. Diz a tradição que ela aprendeu 300 tradições de 300 sábios em um único dia. Sua cena mais amada: quando Meir rezava pela morte dos bandidos da vizinhança, ela interpreta o salmo como falando dos pecados, não dos pecadores. Uma mulher ensinando um dos maiores sábios da sua geração que a Torá prefere a transformação moral em vez da destruição. Poucas histórias são mais liberais que esta, escrita há dezoito séculos.
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