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Saiba mais →Divisões narrativas das parashiot baseadas na obra A Torá: Um Comentário Moderno, de W. Gunther Plaut, gentilmente cedidas pela UJR-AmLat.
Para a psique judaica, as narrativas da Torá não são apenas histórias sobre um passado distante. Elas constituem um campo permanente de interpretação: seus personagens, acontecimentos e imagens continuam sendo relidos à luz de novas perguntas e experiências.
O "acolhimento do Shabat": a sequência de salmos e cantos que abre a noite de sexta-feira, criação dos místicos de Tsfát no século XVI — que saíam ao campo, vestidos de branco, para receber o Shabat como quem recebe uma noiva. Seu ápice é o Lechá Dodí: "vem, meu amado, ao encontro da noiva" — e a comunidade se volta para a porta na última estrofe, saudando a Rainha que entra.
É hoje o serviço mais frequentado e musical das comunidades liberais: violões, melodias de Shlomo Carlebach e Debbie Friedman, vozes de todas as idades. A intuição dos cabalistas segue valendo: o Shabat não simplesmente começa — ele é recebido, e a qualidade da recepção define a qualidade do encontro.