Parashá
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חֲנֻכָּה
Chanucá
Inauguração

A festa das luzes: oito noites acendendo a chanukiá para lembrar a vitória dos Macabeus sobre o império selêucida (164 AEC), a rededicação do Templo, e o milagre narrado pelo Talmud: o azeite de um dia que durou oito. Sufganiot, levivot, sevivon (o pião) e a haftará com a frase-síntese de Zecharyá: "não pela força, nem pelo poder, mas pelo Meu espírito".

Única festa não bíblica de origem histórica documentada, Chanucá carrega tensões fecundas: foi luta pela liberdade religiosa e também guerra civil contra a assimilação forçada — e a tradição rabínica escolheu celebrar a luz, não a batalha. Acende-se em ordem crescente (como Hilel ensinou: "na santidade, aumenta-se, não se diminui") e junto à janela: o milagre se publica, não se esconde. Para o judaísmo liberal, é a festa de manter identidade sem se fechar ao mundo — e de acrescentar luz, uma vela por vez.

Mitsvot

  • Acendimento da chanukiá a cada noite
  • Divulgação do milagre

Minhagim

  • Sevivón, ou drêidel, para as crianças
Aparece em
Judaísmo rabínico
Etimologia
Origem hebraica
ח־נ־ך (ch-n-ch): Dedicar, inaugurar, iniciar. Também educar, no sentido de iniciar alguém num caminho.
Como em:Chanóch
Conexões
Conceitos relacionados
YehuditA heroína associada à festa — e ao costume das mulheres junto às velas
SevivónO brinquedo da festa das luzes
Leituras e festas
ZecharyáHaftará: a menorá de ouro — "não pela força, nem pelo poder"
35. NassóLeitura diária: as ofertas dos príncipes na dedicação (chanucá) do altar
Calendário
KislevRabínica — de 25 de Kislev a 2 ou 3 de Tevet
TevetRabínica — termina em 2 ou 3
Trilhas de estudo
Raízes consonantaisFogo

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