Um ano, muitas festas.
A profetisa da autoridade reconhecida: quando o rolo da Torá é encontrado nas obras do Templo, o rei Yoshiáhu manda seus ministros "consultar a Adonai" — e a delegação vai à profetisa Chuldá, que morava em Jerusalém. O detalhe que os comentaristas nunca deixaram passar: Yirmiáhu estava disponível, e mesmo assim foi a ela que o reino recorreu para autenticar o livro que deflagraria a maior reforma religiosa da monarquia. Sua resposta profética mistura firmeza e consolo — o padrão da grande profecia. Os "portões de Chuldá", no muro sul do Monte do Templo, levam seu nome até hoje: uma mulher com endereço na topografia do sagrado.
Este aplicativo é um projeto independente, desenvolvido sem financiamento. Por isso, seu feedback é extremamente valioso.