Um ano, muitas festas.
Reúne as reflexões de um sábio que observa a vida com honestidade radical. Tudo passa, tudo se repete, e ainda assim há beleza em comer o pão, amar e trabalhar sob o sol. Sua famosa abertura — “vaidade das vaidades” (hével havalím) — fala menos de pessimismo e mais da fragilidade de tudo o que é humano. É lido durante Sucot, a celebração da vida sabendo que ela é passageira.
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