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Parashá

O ciclo do ano

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As 54 parashiot, livro a livro

Para a psique judaica, as narrativas da Torá não são apenas histórias sobre um passado distante. Elas constituem um campo permanente de interpretação: seus personagens, acontecimentos e imagens continuam sendo relidos à luz de novas perguntas e experiências.

Calendário

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Sincronização calendárica
Os meses hebraicos e os civis lado a lado, com as parashiot e as festas
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Ciclo da Parashá – —
as 54 parashiot · em destaque, o mês acima
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דְּבוֹרָה
Devorá
Débora (a juíza)

Profetisa e juíza de Israel, a única mulher entre os shoftim, e uma das poucas lideranças do livro sem mácula registrada. “Ela julgava Israel naquele tempo, sentada sob a palmeira de Devorá”, o povo subia até ela para o julgamento. Quando convoca Barak à guerra contra Sisrá, ele responde com a frase que diz tudo sobre sua autoridade: “se fores comigo, irei; se não fores, não irei”. Ela vai, avisando que a glória caberia a uma mulher. Seu cântico (), um dos textos mais antigos da Bíblia, celebra a vitória e a coragem de Yaél e é a haftará do Shabat Shirá, lida ao lado do Cântico do Mar. São os dois grandes cantos de libertação, um conduzido por Miriám, outro por Devorá. Seu nome significa “abelha”. Não confundir com a ama de Rivká, que tem o mesmo nome hebraico.

Aparece em
Shoftím
Etimologia
Etimologia debatida.
Conexões
Eventos e episódios
Yaél"bendita entre as mulheres" do seu cântico
Conceitos relacionados
Shirát haYámSeu cântico é a haftará do Shabat Shirá: os dois cantos de libertação, lado a lado
Devorá (ama de Rivká)Homônimas da Torá e dos Profetas: esta é a juíza; Dvorá é a ama de Rivká
NaftalíDevorá convoca Barak do território de Naftalí
Roteiros de estudo
Mulheres que mudam a históriaMulheres que ensinam a Torá