Um ano, muitas festas.
Profetisa e juíza de Israel, a única mulher entre os shoftim, e uma das poucas lideranças do livro sem mácula registrada. “Ela julgava Israel naquele tempo, sentada sob a palmeira de Devorá”, o povo subia até ela para o julgamento. Quando convoca Barak à guerra contra Sisrá, ele responde com a frase que diz tudo sobre sua autoridade: “se fores comigo, irei; se não fores, não irei”. Ela vai, avisando que a glória caberia a uma mulher. Seu cântico (Shoftím 5), um dos textos mais antigos da Bíblia, celebra a vitória e a coragem de Yael e é a haftará do Shabat Shirá, lida ao lado do Cântico do Mar. São os dois grandes cantos de libertação, um conduzido por Miriám, outro por Devorá. Seu nome significa “abelha”. Não confundir com a ama de Rivká, que tem o mesmo nome hebraico.
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