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Parashá

O ciclo do ano

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As 54 parashiot, livro a livro

Para a psique judaica, as narrativas da Torá não são apenas histórias sobre um passado distante. Elas constituem um campo permanente de interpretação: seus personagens, acontecimentos e imagens continuam sendo relidos à luz de novas perguntas e experiências.

Calendário

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Sincronização calendárica
Os meses hebraicos e os civis lado a lado, com as parashiot e as festas
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Ciclo da Parashá – —
as 54 parashiot · em destaque, o mês acima
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עֵגֶל הַזָּהָב
Éguel haZaháv
Bezerro de Ouro

Quarenta dias de espera pelo líder desaparecido no monte, e o povo cerca Aharón: "faze-nos um deus que vá adiante de nós". Dos brincos derretidos nasce o bezerro e a festa em volta dele. No alto, Deus avisa Moshé, que espatifa as tábuas ao pé do monte.

É a grande queda coletiva da Torá. O divino não é reduzido a algo visível, portátil, controlável. A história termina com perdão, segundas tábuas e uma lição para sempre: entre a espera difícil e o ídolo fácil, a fé madura escolhe esperar.

Ver na Torá

Aparece em
21. Ki Tissá
Etimologia
Origem hebraica
: Redondo; bezerro.
Como em:Novilha
: Ouro; reluzir.
Como em:Ouro
Conexões
Raiz hebraica
ע־ג־ל
ז־ה־ב
Eventos e episódios
Aharónpressionado, fez o bezerro
Moshédesceu, viu — e quebrou as tábuas
Conceitos relacionados
Serviço estranho (Idolatria)O caso exemplar: o divino reduzido a objeto
RisoA farra diante do bezerro (): a última ocorrência da raiz na Torá
Rosh ChódeshA recusa das mulheres em dar o ouro ao bezerro, recompensada com Rosh Chódesh
Multidão mistaA tradição os culpa pelo bezerro
ProstituiçãoA primeira grande infidelidade do povo
Roteiros de estudo
FogoRisoAssassinatoO preço da liberdadeDas corbanót no Templo à tefilá