Um ano, muitas festas.
Quarenta dias de espera pelo líder desaparecido no monte, e o povo cerca Aharón: "faze-nos um deus que vá adiante de nós". Dos brincos derretidos nasce o bezerro e a festa em volta dele. No alto, Deus avisa Moshé, que espatifa as tábuas ao pé do monte.
É a grande queda coletiva da Torá. O divino não é reduzido a algo visível, portátil, controlável. A história termina com perdão, segundas tábuas e uma lição para sempre: entre a espera difícil e o ídolo fácil, a fé madura escolhe esperar.
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