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Parashá

O ciclo do ano

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As 54 parashiot, livro a livro

Para a psique judaica, as narrativas da Torá não são apenas histórias sobre um passado distante. Elas constituem um campo permanente de interpretação: seus personagens, acontecimentos e imagens continuam sendo relidos à luz de novas perguntas e experiências.

Calendário

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Sincronização calendárica
Os meses hebraicos e os civis lado a lado, com as parashiot e as festas
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Ciclo da Parashá – —
as 54 parashiot · em destaque, o mês acima
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אֵיכָה
Eichá
Lamentações (Como é possível!?)

Eichá é o lamento poético pela destruição de Jerusalém e do Primeiro Templo em 586 AEC. Em cinco poemas de dor intensa — vários em forma de acróstico alfabético — a cidade aparece como uma mulher que chora, abandonada, perguntando “como?!” (eichá). É lido em Tishá beAv. Sua força está em dar linguagem ao sofrimento sem oferecer respostas fáceis.

Aparece em
Ketuvím
Etimologia
Etimologia debatida.
Conexões
Na Torá e no Tanach
AvO lamento lido em Tishá beÁv, sentado no chão, à meia-luz
TemploAs Lamentações pela destruição do Primeiro Templo
Leituras e festas
Tishá beÁvO lamento pela cidade, lido à meia-luz no dia do luto
Estrutura
Ketuvím
Meguilóto lamento pela perda do lugar tão prometido
Roteiros de estudo
Lembrar para não repetir