Um ano, muitas festas.
Eichá é o lamento poético pela destruição de Jerusalém e do Primeiro Templo em 586 AEC. Em cinco poemas de dor intensa — vários em forma de acróstico alfabético — a cidade aparece como uma mulher que chora, abandonada, perguntando “como?!” (eichá). É lido em Tishá beAv. Sua força está em dar linguagem ao sofrimento sem oferecer respostas fáceis.
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