Um ano, muitas festas.
O nome divino que abre a Torá — "Bereshít bará Elohím" — gramaticalmente plural com verbo no singular, mistério que os comentaristas saborearam por séculos. A tradição rabínica o associou ao atributo da justiça (din), enquanto o Tetragrama/Adonai expressa a compaixão (rachamim): a criação precisou dos dois, ensina o midrash — um mundo só de justiça não subsiste, um mundo só de misericórdia não se ordena.
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