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Parashá

O ciclo do ano

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As 54 parashiot, livro a livro

Para a psique judaica, as narrativas da Torá não são apenas histórias sobre um passado distante. Elas constituem um campo permanente de interpretação: seus personagens, acontecimentos e imagens continuam sendo relidos à luz de novas perguntas e experiências.

Calendário

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Sincronização calendárica
Os meses hebraicos e os civis lado a lado, com as parashiot e as festas
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Ciclo da Parashá – —
as 54 parashiot · em destaque, o mês acima
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עֶזְרָא
Ezrá
Esdras-Neemias

Narra o retorno dos exilados da Babilônia, a reconstrução do Templo e das muralhas de Jerusalém e a renovação pública da aliança, com a leitura da Torá diante de todo o povo. Ezrá, o escriba, e Nechemiá, o governador, lideram esse recomeço.

O livro marca um momento fundador: a Torá lida e explicada em praça pública, para todas as pessoas, torna-se o centro da vida judaica: a semente do que viria a ser o estudo comunitário e a própria leitura da parashá.

Aparece em
Ketuvím
Etimologia
Origem hebraica
: Ajudar, socorrer.
Como em:EliézerAzaryáEsdras, o escribaElazár
Conexões
Raiz hebraica
ע־ז־ר
Na Torá e no Tanach
Tishrei — Ezrá lê a Torá ao povo "no primeiro dia do sétimo mês": a origem da leitura comunitária
Adar6:15 — o Segundo Templo é concluído em 3 de Adar
Nissan7:9 e — em Nissan, Ezrá parte da Babilônia e Nechemiá obtém licença para reconstruir Jerusalém
Elul — a muralha concluída em 25 de Elul
Eventos e episódios
TemploVolta do exílio e reconstrói: o Segundo Templo
Conceitos relacionados
ParasháA tradição atribui a ele a leitura regular às segundas, quintas e Shabatot
Estrutura
Ketuvím