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Parashá

O ciclo do ano

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As 54 parashiot, livro a livro

Para a psique judaica, as narrativas da Torá não são apenas histórias sobre um passado distante. Elas constituem um campo permanente de interpretação: seus personagens, acontecimentos e imagens continuam sendo relidos à luz de novas perguntas e experiências.

Calendário

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Sincronização calendárica
Os meses hebraicos e os civis lado a lado, com as parashiot e as festas
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Ciclo da Parashá – —
as 54 parashiot · em destaque, o mês acima
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גָּלוּת
Galút
Exílio

A perda da terra e a dispersão. Na Torá o exílio ainda é possibilidade, não história: as advertências de Bechucotái e Ki Tavó descrevem o que acontece se a aliança se romper, e Kedoshím usa uma imagem física e desconfortável — a terra vomita quem a corrompe ().

Depois virou experiência: a maior parte da história judaica aconteceu na galút. A tradição respondeu de duas maneiras que convivem até hoje — o anseio pelo retorno, presente em toda a liturgia, e a instrução de Yirmiáhu aos exilados na Babilônia: construí casas, plantai jardins, casai vossos filhos, "e buscai a paz da cidade para onde vos exilei" ().

O judaísmo liberal historicamente se apoiou na segunda, entendendo a diáspora como lugar legítimo de vida judaica plena — e não como sala de espera.

Ver na Torá

Aparece em
30. Kedoshím33. Bechucotái51. NitsavímNeviím
Etimologia
Origem hebraica
: Revelar, descobrir; exilar-se.
Como em:Descobrir, exilar
Conexões
Raiz hebraica
ג־ל־ה
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