Parashá
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O ciclo de leitura da Torá para curiosos.
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גַּן עֵדֶן
Gan Éden
Jardim do Éden

O jardim "plantado no Oriente", regado por quatro rios, onde a humanidade começa: Adám e Chavá, as duas árvores — da Vida e do Conhecimento do bem e do mal —, a serpente, o fruto, a descoberta da nudez e a saída sem retorno, com keruvim e espada flamejante guardando o caminho.

A tradição judaica leu o Éden com menos peso que outras: não há aqui doutrina de pecado original condenando a humanidade — há a saída da inocência para a condição humana real: consciência, trabalho, escolha, mortalidade. O nome virou sinônimo do paraíso vindouro (a expressão de pêsames deseja que a alma repouse no Gan Éden), mas a leitura liberal gosta de inverter a direção: expulsos do jardim pronto, fomos incumbidos de cultivar um mundo — leavdá uleshomrá, "trabalhar e guardar" — que ainda pode florescer.

Aparece em
1. Bereshít
Etimologia
Origem hebraica
ג־נ־ן (g-n-n): Cercar, proteger; jardim, escudo.
Como em:Maguén David
ע־ד־ן (a-d-n): Prazer, delícia, deleite.
Conexões
Lugares
Adámposto nele para trabalhar e guardar
Chaváa primeira escolha, diante da árvore
Trilhas de estudo
TerraCuidar do jardimÁguaDo Éden a Jerusalém: a geografia da ToráHospitalidade

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