Um ano, muitas festas.
Desde a Torá (Ki Tetsê) reconhece-se que casamentos podem terminar e que o fim também merece rito e clareza, sem culpados eternos. Para a confecção do Guêt (documento do divórcio), a Ketubá é inutilizada pelo rabino. Com o Guêt pronto, a mulher e o homem podem casar-se novamente. Porém, na halachá tradicional só o marido pode concedê-lo, o que gera o drama das agunot. O judaísmo liberal aceita o divórcio civil como válido e, quando o casal deseja um encerramento ritual, oferece cerimônias igualitárias para o casal despedir-se com dignidade.
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