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Parashá

O ciclo do ano

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As 54 parashiot, livro a livro

Para a psique judaica, as narrativas da Torá não são apenas histórias sobre um passado distante. Elas constituem um campo permanente de interpretação: seus personagens, acontecimentos e imagens continuam sendo relidos à luz de novas perguntas e experiências.

Calendário

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Sincronização calendárica
Os meses hebraicos e os civis lado a lado, com as parashiot e as festas
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Ciclo da Parashá – —
as 54 parashiot · em destaque, o mês acima
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גְּאֻלָּה
Gueulá
Libertação

Gueulá é a libertação, a redenção — e sua matriz na Torá é a saída do Egito, narrada em Shemót e Bo. Deus escuta o clamor de um povo escravizado e o conduz da servidão (avdut) à liberdade (cherut). Essa experiência fundadora é relembrada todos os dias na liturgia e, a cada ano, na mesa do séder: "em cada geração, cada pessoa deve ver-se como se ela própria tivesse saído do Egito".

Na tradição, gueulá aponta também para o futuro — a redenção do mundo ainda por vir. O judaísmo liberal enfatiza a dimensão ativa desse conceito: a libertação do Egito obriga a lutar contra todas as formas de opressão, e a redenção se constrói com mãos humanas, no trabalho contínuo de reparar o mundo (tikun olam).

Ver na Torá

Aparece em
13. Shemót15. Bo
Etimologia
Origem hebraica
: Resgatar, redimir. Livrar alguém de um vínculo ou de uma situação, restituindo-o.
Conexões
Raiz hebraica
ג־א־ל