Um ano, muitas festas.
O processo de conversão ao judaísmo: estudo (meses ou anos de Torá, festas, hebraico, vida comunitária), a decisão examinada por um beit din — o tribunal de três — e a tvilá na micvê (com a brit milá ou seu equivalente simbólico, quando aplicável). Quem emerge da água é judia, é judeu: sem adjetivos, sem prazo de carência.
A matriz é Rut: "teu povo é meu povo, teu Deus é meu Deus" — e dela descende o rei David. A halachá proíbe expressamente recordar a alguém sua origem de forma vexatória, e a tradição diz que as almas de quem viria a se converter também estavam no Sinai. As comunidades liberais fazem do guiúr um caminho acolhedor e sério ao mesmo tempo: portas abertas, estudo de verdade — porque escolher o judaísmo é presente que se honra dos dois lados.
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