Um ano, muitas festas.
"O blasfemador" — filho de uma mulher israelita, Shlomit, e de um homem egípcio, que numa briga pronuncia o Nome divino em maldição (de gidéf, "insultar, blasfemar"). O episódio em Emor é duro, e seu anonimato — só a mãe é nomeada — levanta questões sobre pertencimento e exclusão que a leitura liberal não deixa passar: que lugar tinha, no acampamento, o filho de duas culturas?
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