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Parashá

O ciclo do ano

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As 54 parashiot, livro a livro

Para a psique judaica, as narrativas da Torá não são apenas histórias sobre um passado distante. Elas constituem um campo permanente de interpretação: seus personagens, acontecimentos e imagens continuam sendo relidos à luz de novas perguntas e experiências.

Calendário

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Sincronização calendárica
Os meses hebraicos e os civis lado a lado, com as parashiot e as festas
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Ciclo da Parashá – —
as 54 parashiot · em destaque, o mês acima
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הַר סִינַי
Har Sinái
Monte Sinai

A montanha da revelação — também chamada Chorév —, onde Moshé viu a sarça e aonde voltou com o povo inteiro para o recebimento da Torá.

A localização exata do monte, porém, não é conhecida. A montanha mais importante do judaísmo não é lugar de peregrinação. O midrash diz que a Torá foi dada no deserto, em monte nenhum de ninguém, para que ninguém pudesse reivindicá-la como propriedade. O Sinai, ensina a tradição, não é um endereço, é um evento que continua — "todas as almas estavam lá", inclusive as nossas.

No ciclo de leitura, o Sinai é o cenário onde se passam as parashiot desde Yitró a Ki Tissá — a revelação, as leis e o projeto do Mishcán — e reaparece em Behár, cujas leis a Torá faz questão de dizer que foram dadas ali.

Ver na Torá

Aparece em
13. Shemót17. Yitró18. Mishpatím19. Trumá20. Tetsavé21. Ki Tissá32. Behár33. Bechucotái45. Vaetchanán
Etimologia
Origem hebraica
: Monte, montanha.
Como em:32. BehárMonte NeboMonte
Sinai: etimologia debatida
Conexões
Raiz hebraica
ה־ר־ר
Lugares
Entrega da Instrução (Torá)a revelação ao seu pé
Sarça Ardentea sarça ardente em Chorév
Os setenta anciãosSobem o monte com Moshé
Roteiros de estudo
Do Éden a Jerusalém: a geografia da ToráArFogoO preço da liberdadeCorbanót e proximidade