Um ano, muitas festas.
Fundou a Hadassah (1912), que levou hospitais e saúde pública à Palestina otomana, e dirigiu a Youth Aliyah, que resgatou milhares de crianças e adolescentes da Europa nazista — muitos a chamavam simplesmente de "mãe". Para a história da liturgia, deixou também um documento precioso: quando um amigo se ofereceu para dizer o Cadísh por sua mãe (ela não tinha irmãos), Henrietta recusou por carta, em 1916, argumentando que o costume "nunca teve a intenção de excluir a filha que deseja e pode cumpri-lo". A carta circula até hoje nas comunidades liberais: uma mulher reivindicando, com delicadeza e firmeza, o direito de honrar os próprios mortos.
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