Um ano, muitas festas.
Fundado em 1955 pela comunidade judaica de São Paulo, o Hospital Israelita Albert Einstein tornou-se referência de excelência médica na América Latina, com forte atuação em pesquisa, ensino e parcerias com o sistema público de saúde — servindo ao Brasil inteiro, muito além da comunidade que o criou.
Em Mishpatím, no meio das leis sobre danos, a Torá diz que quem ferir alguém deverá custear sua cura: verapô yerapê, "e certamente o fará curar". Desse versículo aparentemente técnico os sábios derivaram algo imenso: a autorização — e o dever — de a medicina humana existir. Curar não usurpa o papel divino; é mitsvá. O Einstein é essa leitura erguida em concreto, leitos e pesquisa.
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