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Saiba mais →Divisões narrativas das parashiot baseadas na obra A Torá: Um Comentário Moderno, de W. Gunther Plaut, gentilmente cedidas pela UJR-AmLat.
Para a psique judaica, as narrativas da Torá não são apenas histórias sobre um passado distante. Elas constituem um campo permanente de interpretação: seus personagens, acontecimentos e imagens continuam sendo relidos à luz de novas perguntas e experiências.
"Se todas as almas de todas as gerações estavam no Sinai — onde estão as vozes das mulheres na Torá que de lá saiu?" Com essa pergunta, Judith Plaskow escreveu "Standing Again at Sinai" (1990), o livro fundador da teologia feminista judaica: não pedir inclusão nas estruturas prontas, mas reexaminar as categorias — Torá, Deus, Israel — com as mulheres como sujeitos, não como tema. Cofundadora do primeiro periódico de estudos feministas em religião, Plaskow deu ao judaísmo liberal a sua tarefa teológica de longo prazo: voltar ao Sinai e ouvir, desta vez, a revelação inteira.