Um ano, muitas festas.
A túnica branca e simples vestida nos limiares. Em Yom Kipúr, sob a chupá por quem se casa, à mesa do séder por quem o conduz e, ao final, como mortalha. A simplicidade radical (sem bolsos, sem adornos) diz igualdade. Diante do essencial, ninguém carrega nada e ninguém vale mais. Vestir no casamento a roupa em que se será enterrado é trazer a finitude para dentro da alegria, para que a alegria saiba o que vale.
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