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As 54 parashiot, livro a livro

Para a psique judaica, as narrativas da Torá não são apenas histórias sobre um passado distante. Elas constituem um campo permanente de interpretação: seus personagens, acontecimentos e imagens continuam sendo relidos à luz de novas perguntas e experiências.

Calendário

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Sincronização calendárica
Os meses hebraicos e os civis lado a lado, com as parashiot e as festas
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Ciclo da Parashá – —
as 54 parashiot · em destaque, o mês acima
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קִיטֶל
Kítel
Túnica (branca)

A túnica branca e simples vestida nos limiares. Em Yom Kipúr, sob a chupá por quem se casa, à mesa do séder por quem o conduz e, ao final, como mortalha. A simplicidade radical — sem bolsos, sem adornos — diz igualdade. Diante do essencial, ninguém carrega nada e ninguém vale mais. Vestir no casamento a roupa em que se será enterrado é trazer a finitude para dentro da alegria, para que a alegria saiba o que vale.

Não tem base na Torá. A túnica branca costuma ser associada a um versículo de Cohélet ("que tuas vestes sejam sempre brancas"), dos Ketuvím.

Aparece em
Judaísmo rabínico
Etimologia
Termo de origem ídiche (judaico-alemã).
Como em:PárveÍdicheKlezmer
Conexões
Conceitos relacionados
Yom KipúrO branco dos limiares: a mesma túnica do casamento e da mortalha
Minhágsem base na Torá
Ídicheo nome vem do ídiche/alemão, "camisão"