Um ano, muitas festas.
O momento mais cinematográfico do Êxodo. Encurralado entre o exército de Paró e o mar, o povo vê as águas se dividirem e atravessa "em seco, com as águas por muralha à direita e à esquerda". O mar é algo no qual podemos nos afogar, pois não há chão para pisar. Deus garante esse chão entre o Egito, atrás, e a possibilidade de peregrinar por um deserto desconhecido à frente. É lido no sétimo dia de Pêssach e lembrado diariamente na liturgia.
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