Um ano, muitas festas.
As águas que cobrem a terra quando "toda carne corrompeu seu caminho" e a violência (chamás) enche o mundo. Nóach, sua família e os animais atravessam a catástrofe na arca; depois vêm o corvo, a pomba, o ramo de oliveira e a promessa selada no arco-íris.
O relato dialoga com mitos mesopotâmicos de dilúvio, mas o final não é ameaça — é aliança. A leitura contemporânea não resiste ao eco ecológico: um mundo que se autodestrói pela violência contra a criação.
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