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Parashá

O ciclo do ano

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As 54 parashiot, livro a livro

Para a psique judaica, as narrativas da Torá não são apenas histórias sobre um passado distante. Elas constituem um campo permanente de interpretação: seus personagens, acontecimentos e imagens continuam sendo relidos à luz de novas perguntas e experiências.

Calendário

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Sincronização calendárica
Os meses hebraicos e os civis lado a lado, com as parashiot e as festas
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Ciclo da Parashá – —
as 54 parashiot · em destaque, o mês acima
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מַחְזוֹר
Machzór
Ciclo (sidur de festas)

O sidur das grandes festas, de chazar, “retornar, ciclar”. É o livro sobretudo dos Yamím Noraím. No machzor moram as liturgias mais dramáticas do judaísmo: o Kol Nidrei, o Unetanê Tokef (“quem viverá e quem morrerá”), a Avodá que reencena o Yom Kipúr do Templo, e os piutim acumulados por séculos de poetas litúrgicos. Abrir o machzor uma vez por ano é reencontrar as mesmas páginas em um ponto diferente da própria vida. O livro não muda, quem retorna a ele, sim.

Aparece em
Judaísmo rabínico
Etimologia
Origem hebraica
: Voltar, retornar, repetir (ciclo).
Conexões
Raiz hebraica
ח־ז־ר
Conceitos relacionados
SidúrO sidur das grandes festas
Yamím NoraímO livro do ciclo: aberto uma vez por ano, num ponto diferente da vida