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Parashá

O ciclo do ano

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As 54 parashiot, livro a livro

Para a psique judaica, as narrativas da Torá não são apenas histórias sobre um passado distante. Elas constituem um campo permanente de interpretação: seus personagens, acontecimentos e imagens continuam sendo relidos à luz de novas perguntas e experiências.

Calendário

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Sincronização calendárica
Os meses hebraicos e os civis lado a lado, com as parashiot e as festas
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Ciclo da Parashá – —
as 54 parashiot · em destaque, o mês acima
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מְעָרַת הַמַּכְפֵּלָה
Mearát haMachpelá
Caverna de Macpela

A caverna em Chevrón que Avrahám compra de Efrón para sepultar Sará — a primeira e única propriedade que ele adquire em toda a terra que lhe fora prometida.

A cena é longa e minuciosa de propósito: a negociação diante dos "filhos de Chet", a pesagem da prata, as testemunhas, o registro público. Ofereceram-lhe o terreno de presente e ele insistiu em pagar o preço cheio.

O nome vem de kaful, "dobrada", e ali repousam três casais: Avrahám e Sará, Yitschák e Rivká, Yaacóv e Leá. Rachél, que morre na estrada, fica de fora — e é justamente ela que a tradição transformou na mãe que acompanha os exílios.

É a resposta da Torá a uma pergunta prática: como um povo se enraíza numa terra? Aqui, não pela conquista — pelo cuidado com seus mortos.

Ver na Torá

Aparece em
5. Chayei Sará12. Vayechí
Etimologia
Meará: etimologia debatida
Origem hebraica
: Dobrar, duplicar.
Conexões
Raiz hebraica
כ־פ־ל
Lugares
ChevrónA caverna fica em Chevrón
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