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Saiba mais →Divisões narrativas das parashiot baseadas na obra A Torá: Um Comentário Moderno, de W. Gunther Plaut, gentilmente cedidas pela UJR-AmLat.
Para a psique judaica, as narrativas da Torá não são apenas histórias sobre um passado distante. Elas constituem um campo permanente de interpretação: seus personagens, acontecimentos e imagens continuam sendo relidos à luz de novas perguntas e experiências.
“E as escreverás nos umbrais (mezuzot) de tua casa e em teus portões” — do Shemá nasceu o costume de fixar na porta um pequeno estojo contendo um pergaminho manuscrito com as passagens de Vaetchanán e Ekev. No verso do pergaminho, a palavra Shadai, lida também como sigla de “Guardião das portas de Israel”. Deve ser colocada no batente de todas as portas da casa, exceto dos banheiros e dispensas. A mezuzá envolve a casa com a Torá e transforma a passagem da porta e a soleira em fronteira consciente. Ao entrar e sair, um lembrete discreto dos valores que deveriam reger o que acontece do lado de dentro e de como se sai para o mundo.