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Parashá

O ciclo do ano

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As 54 parashiot, livro a livro

Para a psique judaica, as narrativas da Torá não são apenas histórias sobre um passado distante. Elas constituem um campo permanente de interpretação: seus personagens, acontecimentos e imagens continuam sendo relidos à luz de novas perguntas e experiências.

Calendário

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Sincronização calendárica
Os meses hebraicos e os civis lado a lado, com as parashiot e as festas
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Ciclo da Parashá – —
as 54 parashiot · em destaque, o mês acima
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מְזוּזָה
Mezuzá
Batente da porta

“E as escreverás nos umbrais (mezuzot) de tua casa e em teus portões” — do Shemá nasceu o costume de fixar na porta um pequeno estojo contendo um pergaminho manuscrito com as passagens de Vaetchanán e Ekev. No verso do pergaminho, a palavra Shadai, lida também como sigla de “Guardião das portas de Israel”. Deve ser colocada no batente de todas as portas da casa, exceto dos banheiros e dispensas. A mezuzá envolve a casa com a Torá e transforma a passagem da porta e a soleira em fronteira consciente. Ao entrar e sair, um lembrete discreto dos valores que deveriam reger o que acontece do lado de dentro e de como se sai para o mundo.

Ver na Torá

Aparece em
45. Vaetchanán46. Ékev
Etimologia
Nome de origem acádia (babilônico-assíria).
Como em:NevuchadnetsárNevuzaradánBelshatsárMerodach-BaladánSancherívRavshakéMordecháiAmrafélAryóchTidálTishreiChesvanKislevTevetShevatAdarNissanIyarSivanTamuzAvElul
Conexões
Conceitos relacionados
Shemá Israél"E as escreverás nos umbrais": o Shemá na porta