Um ano, muitas festas.
Toda vida tem seus desertos e a Torá insiste que são neles que as transformações de fato acontecem. No midbar caem o man — a dependência assumida — e as leis, erguem-se o Mishcán e as rebeliões. Nele morre a geração do medo e cresce a geração da entrada.
Cenário de quatro dos cinco livros da Torá e de quarenta anos de travessia. É o espaço entre a escravidão e a terra, onde uma multidão de libertos se torna um povo. No ciclo de leitura, o deserto está presente continuamente de Beshalách em diante — sob certo ponto de vista, até Massei.
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