Um ano, muitas festas.
O Museu do Holocausto de Curitiba, inaugurado em 2011, foi o primeiro do tema no Brasil. O Memorial do Holocausto de São Paulo funciona na antiga sinagoga do Bom Retiro, junto ao Memorial da Imigração Judaica, com entrada gratuita. Ambos existem para que estudantes, professoras e visitantes de todas as origens encontrem a história da Shoá contada por suas vítimas e sobreviventes.
Ki Tetsé encerra com o mandamento paradoxal da memória: zachór — "lembra o que te fez Amalék no caminho... não esquecerás". A tradição entendeu que há memórias que são obrigação, porque esquecê-las abre a porta para a repetição. Os museus brasileiros do Holocausto são o cumprimento coletivo e permanente de não esquecer.
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