Um ano, muitas festas.
A maior professora de Torá do século XX — a morá cujo caminho este aplicativo procura seguir. De 1942 a 1971, Nechama Leibowitz enviou pelo correio, a quem pedisse, suas gilyonot: folhas semanais com trechos da parashá, comentaristas clássicos postos em diálogo e perguntas afiadas — o aluno respondia, ela corrigia à mão e devolvia. Milhares de pessoas, do taxista ao rabino, do kibutz à diáspora, estudaram a parashat hashavua com ela sem nunca vê-la. Seu método era uma pedagogia inteira: não dar respostas, ensinar a perguntar ao texto — "o que incomodou Rashi aqui?". Pediu que na lápide se escrevesse uma palavra só: morá, professora. Todo estudo semanal da parashá que se faz hoje — incluindo o que este app propõe — carrega a marca dela.
Este aplicativo é um projeto independente, desenvolvido sem financiamento. Por isso, seu feedback é extremamente valioso.