Um ano, muitas festas.
A "luz perpétua" que arde diante do Arón haCódesh em toda sinagoga é herdeira da chama da menorá que os cohanim mantinham "do entardecer à manhã, continuamente" (tamíd). Hoje costuma ser elétrica, mas a mensagem não mudou: há uma presença que não se apaga nem à noite, nem na semana vazia, nem nos momentos difíceis. É um símbolo discreto e teimoso do judaísmo, uma luzinha permanentemente acesa dizendo, a quem entrar a qualquer hora, que ninguém apagou o essencial.
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