Um ano, muitas festas.
É o estilo de cada comunidade, pequenas variações na ordem e na redação dos textose, sobretudo, na música: o sistema de modos melódicos que diz, a quem entra na sinagoga de olhos fechados, onde se está e que dia é hoje. Shabat não soa como dia de semana. E cada nussách canta a geografia da sua diáspora: o ashkenazi bebe dos modos da Europa Central e Oriental; os sefaradim guardam melodias ibéricas e otomanas, os mizrahim rezam sobre os maqamat, o sistema modal da música árabe, com um maqam designado para cada Shabat conforme a parashá; e os Beta Israel da Etiópia rezam em ge'ez, com a sonoridade litúrgica da sua terra. O mesmo Shemá, em quatro paisagens sonoras.
Este aplicativo é um projeto independente, desenvolvido sem financiamento. Por isso, seu feedback é extremamente valioso.