Um ano, muitas festas.
A festa da liberdade, Zman Cherutênu. Oito dias na diáspora tradicional sem chamêts, com matsá — o "pão da aflição" que virou pão da pressa da liberdade — e, no coração, o séder: a noite em que a mesa vira sala de aula e teatro, com a Hagadá, as quatro perguntas, as quatro taças, o afikoman escondido e a porta aberta para Eliyáhu.
"Em cada geração, cada pessoa deve ver-se como se ela própria tivesse saído do Egito". Pêssach é o ritual de memória mais bem-sucedido da história humana: há mais de três mil anos, famílias reatualizam a mesma história, contando-a.
Este aplicativo é um projeto independente, desenvolvido sem financiamento. Por isso, seu feedback é extremamente valioso.