Calendário de leitura
O que você quer encontrar na Parashá da Semana?
Verbetes para todo tipo de curioso.
Percursos pelo que se repete, parashá a parashá.
Todos os roteiros ›Seleção de temas
Compare até cinco temas ao mesmo tempo.
Navegação
Pela barra dos livros ou da roda. Toque numa seção narrativa, capítulo ou versículo para abrir o texto na Sefaria.
Filtragem de personagem
Veja quando um personagem age, quando é citado ou quando seu nome representa um grupo.
Diálogos
Compare personagens entre si: quem fala mais, quem ouve mais, quem tem falas pontuais, quem faz discursos.
Saiba mais →Divisões narrativas das parashiot baseadas na obra A Torá: Um Comentário Moderno, de W. Gunther Plaut, gentilmente cedidas pela UJR-AmLat.
Para a psique judaica, as narrativas da Torá não são apenas histórias sobre um passado distante. Elas constituem um campo permanente de interpretação: seus personagens, acontecimentos e imagens continuam sendo relidos à luz de novas perguntas e experiências.
A festa das Semanas, no fim das sete semanas contadas desde Pêssach: colheita do trigo e primícias (bicurim) na origem agrícola, e — na leitura que a tradição consagrou — zman matan toratênu, o tempo da entrega da Torá no Sinai. Liberdade sem propósito é incompleta: Pêssach e Shavuót são o par pergunta-resposta do calendário.
Celebra-se com o Tikun Leil Shavuót — a noite inteira de estudo, hoje um dos rituais mais vibrantes das comunidades liberais —, comidas lácteas, decoração de flores e a leitura de Rut, a moabita que escolheu: "teu povo é meu povo". Por isso Shavuót se tornou também a festa por excelência das conversões e confirmações no judaísmo reformista: a Torá foi dada no deserto, terra de ninguém — para dizer que ela pertence a quem a acolhe.