Um ano, muitas festas.
Jejum menor que recorda a abertura da brecha nas muralhas de Jerusalém pelos romanos — e, segundo a Mishná, outras calamidades da mesma data, incluindo a quebra das primeiras tábuas diante do Éguel haZaháv. Inicia as "três semanas" de luto crescente que desembocam em Tishá beÁv.
A imagem da muralha rompida rendeu boa reflexão: entre a primeira brecha e a destruição final passaram-se três semanas — as catástrofes têm etapas, e há um tempo (curto) para reagir. As comunidades liberais variam na observância do jejum, mas guardam o convite do período: examinar as brechas — nas cidades, nas comunidades, em nós.
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