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Parashá

O ciclo do ano

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As 54 parashiot, livro a livro

Para a psique judaica, as narrativas da Torá não são apenas histórias sobre um passado distante. Elas constituem um campo permanente de interpretação: seus personagens, acontecimentos e imagens continuam sendo relidos à luz de novas perguntas e experiências.

Calendário

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Sincronização calendárica
Os meses hebraicos e os civis lado a lado, com as parashiot e as festas
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Ciclo da Parashá – —
as 54 parashiot · em destaque, o mês acima
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שִׁבְעָה עָשָׂר בְּתַמּוּז
Shivá Assár beTamúz
17 de Tamuz

Jejum menor que recorda a abertura da brecha nas muralhas de Jerusalém pelos romanos — e, segundo a Mishná, outras calamidades da mesma data, incluindo a quebra das primeiras tábuas diante do Éguel haZaháv. Inicia as "três semanas" de luto crescente que desembocam em Tishá beÁv.

A imagem da muralha rompida rendeu boa reflexão: entre a primeira brecha e a destruição final passaram-se três semanas — as catástrofes têm etapas, e há um tempo (curto) para reagir. As comunidades liberais variam na observância do jejum, mas guardam o convite do período: examinar as brechas — nas cidades, nas comunidades, em nós.

Aparece em
Judaísmo rabínico
Etimologia
Origem hebraica
: Dez. A base decimal e a ideia de uma parte entre dez.
Como em:As Dez Declarações (Mandamentos)As Dez PragasDízimos e Primícias10 de TevetDécimo
Conexões
Raiz hebraica
ע־שׂ־ר
Calendário
Tishá beÁvAs Três Semanas: da brecha na muralha à destruição
TamuzJejum — 17; abre as Três Semanas