Um ano, muitas festas.
O escriba: quem escreve, à mão, os textos sagrados sobre o cláf — sêfer Torá, tefilín, mezuzot, guitín. O ofício exige anos de treino, regras minuciosas (a forma de cada letra, as coroas, os espaços) e cavaná. Antes de escrever o Nome, o sofêr diz em voz alta que o escreve por sua santidade — erro numa letra invalida o rolo. Cada palavra conta, literalmente. O ofício também se abriu: já há soferot, mulheres escribas, escrevendo rolos para comunidades liberais mundo afora.
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