Um ano, muitas festas.
A imersão completa na micvê, com corpo inteiro sob a água, sem apoiar-se em nada. Nada deve interpor barreira (chatsitsá). Deve-se entrar como se veio ao mundo: sem anel, brincos, esmalte, piercings ou penteados no cabelo.
Na conversão, é o momento constitutivo: quem emerge, emerge judia ou judeu. A imagem é antiga e poderosa: a água como útero e como fronteira — atravessa-se a água para nascer, como o povo atravessou o mar para nascer livre.
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