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Parashá

O ciclo do ano

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As 54 parashiot, livro a livro

Para a psique judaica, as narrativas da Torá não são apenas histórias sobre um passado distante. Elas constituem um campo permanente de interpretação: seus personagens, acontecimentos e imagens continuam sendo relidos à luz de novas perguntas e experiências.

Calendário

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Sincronização calendárica
Os meses hebraicos e os civis lado a lado, com as parashiot e as festas
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Ciclo da Parashá – —
as 54 parashiot · em destaque, o mês acima
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יַלְתָּא
Yalta

Aristocrata da Babilônia, filha do exilarca e esposa de Rav Nachman, Yalta atravessa o Talmud com opiniões afiadas e tolerância zero para a condescendência. Na cena célebre, o convidado Ula se recusa a enviar-lhe o copo da bênção, com uma frase machista sobre mulheres; Yalta levanta-se, vai à adega e quebra quatrocentos jarros de vinho — e, à provocação seguinte dele, responde com desprezo à altura. Também aparece discutindo halachá na prática ("tudo o que a Torá proibiu, permitiu algo equivalente") e providenciando resposta a suas próprias questões rituais. O Talmud a registrou sem domesticá-la — e é assim que ela chega até nós.

Aparece em
Judaísmo rabínico
Etimologia
Palavra ou nome de origem aramaica.
Como em:GuêtIma ShalomBruriáBávliYerushálmiBen-Hadád
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TalmúdQuatrocentos jarros quebrados: a dignidade registrada nas páginas