Um ano, muitas festas.
A heroína do livro que ficou fora do cânon judaico mas dentro da memória. Viúva bela e piedosa, entra no acampamento do general inimigo Holofernes, conquista sua confiança — e sua cabeça. A tradição a associou a Chanucá (numa das versões, ela o embriaga após servir-lhe queijo salgado, origem do costume de comer laticínios na festa), e dela deriva a prática de as mulheres não trabalharem enquanto as velas ardem. Seu nome é simplesmente “a judia”, como se a história quisesse dizer: qualquer uma.
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