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Saiba mais →Divisões narrativas das parashiot baseadas na obra A Torá: Um Comentário Moderno, de W. Gunther Plaut, gentilmente cedidas pela UJR-AmLat.
Para a psique judaica, as narrativas da Torá não são apenas histórias sobre um passado distante. Elas constituem um campo permanente de interpretação: seus personagens, acontecimentos e imagens continuam sendo relidos à luz de novas perguntas e experiências.
O Talmud “de Jerusalém”, ironicamente, não foi feito em Jerusalém. Nasceu nas academias da Galileia (Tibério, Tsipori) por volta do século V EC, quando o estudo já era proibido em Jerusalém. Mais curto, menos polido e concluído às pressas sob perseguição romana, foi eclipsado pelo Bávli. Mas guarda tesouros: tradições da Terra de Israel, leis agrícolas que o Bávli não cobre, e formulações próprias. O interesse por ele cresceu no Israel moderno, justamente por ser o Talmud enraizado na terra e em seu calendário agrícola.