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Saiba mais →Divisões narrativas das parashiot baseadas na obra A Torá: Um Comentário Moderno, de W. Gunther Plaut, gentilmente cedidas pela UJR-AmLat.
Para a psique judaica, as narrativas da Torá não são apenas histórias sobre um passado distante. Elas constituem um campo permanente de interpretação: seus personagens, acontecimentos e imagens continuam sendo relidos à luz de novas perguntas e experiências.
Celebra a proclamação do Estado de Israel em 5 de Iyar de 5708 (14 de maio de 1948) — depois de dois milênios sem soberania, e três anos após a Shoá. Os movimentos liberais em geral o acolheram como data religiosa, com Halel e liturgias próprias: a tradição reformista, que reza com o coração e os olhos abertos, viu ali motivo genuíno de gratidão.
A celebração madura inclui complexidade: alegria pelo refúgio e pelo renascimento hebraico, e compromisso com o que a própria Declaração de Independência prometeu — igualdade completa de direitos a todos os seus habitantes, "sobre os fundamentos da liberdade, da justiça e da paz, à luz das visões dos profetas de Israel". Para o judaísmo progressista, Yom haAtsmaút celebra menos um ponto de chegada e mais uma responsabilidade em andamento.